segunda-feira, 17 de setembro de 2012
VOCÊS SABEM O QUE É REIKI?
Reiki é uma prática espiritual esotérica desenvolvida em 1922 pelo japonês Mikao Usui que é baseada na canalização da energia universal (rei) através da imposição de mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital de quem a recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual); podendo eliminar doenças e promover saúde.
HISTÓRIA..
A sua prática assemelha-se com as práticas budistas de canalizar a energia universal pela imposição das mãos, redescoberta no Japão no início do século XX pelo Dr. Mikao Usui, e introduzida nos Estados Unidos da América por volta de 1940 pela Sra. Hawayo Takata, uma americana de origem japonesa.
A fonte de tal energia, aliás, é motivo de grande polêmica entre os reikianos de variadas ordens do sistema. Os mais modernos, como a Mestre Americana Diane Stein, acreditam que a energia que flui pelo corpo do praticante e do receptor tem origem direta da Deusa (Deus), podendo ser complementada por energias de guias espirituais.
Como o conhecemos hoje, o Reiki é uma terapia holística natural a qual preconiza que, através da imposição de mãos do Terapeuta Reiki, é possível irradiar as vibrações de harmonia da energia vital do Universo (Rei) para restabelecer o equilíbrio da energia vital (Ki) de quem o recebe, podendo refletir assim nas zonas doentes do corpo de um paciente.
TEORIAS E PRÁTICAS..
Algumas escolas ensinam que o Reiki entra nos seus praticantes através do sétimo chakra (a Coroa), preenche o sistema energético sutil do praticante e, após ser transubstanciada no chakra Cardíaco, flui através das suas mãos para o corpo de quem recebe.
Outras escolas ensinam que a energia entra através do primeiro chakra (raiz), preenche a aura, torna-se centrada no quarto chakra (coração) e flui através das mãos do praticante.
O Sistema de Reiki tradicional (Dr. Usui) ensina que a energia Reiki é uma energia inteligente, que "sabe o que fazer" - ou seja, a energia sente a necessidade do paciente, muda de cor e até de intensidade e segue para o local necessário. Também afirmam que, por outro lado, o ser humano possui o livre arbítrio e, caso o paciente não esteja aberto ao tratamento (predisposto a enfrentar as causas de suas emoções, vivências, pensamentos, sentimentos e ações), a energia não fluirá: não terá efeito duradouro no organismo, podendo até mesmo ser bloqueada. Nesse caso o desequilíbrio energético persistirá, assim como a raiz do problema íntimo.
Isso se daria porque, segundo a visão holística, as doenças são criadas antes nos corpos sutis: se manifestam nas várias camadas de energia para terminar na última manifestação, a física, que é o corpo humano (denso). O Reiki atua nessas camadas, possibilitando desbloqueios e remoção de miasmas.
O tratamento é tradicionalmente efetuado ao impor-se as mãos. O reikiano solicita ao paciente para deitar. Em seguida há a imposição das mãos do reikiano sobre o paciente. O reikiano atua como um canal para a energia Reiki, a energia flui da palma de suas mãos (chakra das mãos) para o corpo sutil e físico do paciente. Normalmente, o reikiano aplica as posições do Reiki num esquema semelhante às posições dos meridianos e chakras da Acupuntura.
Alguns praticantes tocam no corpo, outros mantêm as mãos próximas (10 a 20 cm) do local a ser tratado. A energia Reiki, segundo seus praticantes, não possui barreira física, podendo transpassar a barreira do tempo (ser enviada ao passado, ao futuro ou no presente à distância (técnicas ensinadas aos reikianos de maior graduação) e as barreiras físicas (pode promover limpezas do ambiente). É usada com muita eficácia em animais de estimação, posto que as barreiras mentais à cura são menores que na maioria dos seres humanos.
Alguns pacientes relatam sentir várias sensações subjetivas e objetivas: calor, frio, pressão, sonolência, vibrações etc. Os praticantes de Reiki atribuem estas sensações à energia Reiki chegando ao corpo e à aura de quem a recebe. Segundo eles é normal, no início do tratamento, o paciente sentir a reação de limpeza como um agravamento do seu estado negativo, o qual cessa logo que o bloqueio seja totalmente retirado. Ainda de acordo com os praticantes, durante esse período - variável para cada indivíduo - é comum reviver sentimentos guardados como rancor, raiva, sonhos, medo ou outros, até o afastamentos de amigos, namorados(as) ou pessoas perniciosas que prejudicavam a vida do paciente. Durante tal fase, chamada desintoxicação energética, há grande índice de desistência em pacientes despreparados para liberar-se completamente dos problemas energéticos. Depois de passada a fase e já livre dos bloqueios (dentro de suas permissões), o paciente experimenta o Reiki como uma energia sublime.
O Reiki repara necessidades energéticas: desbloqueia nós dos canais energéticos, traz mais energia onde o fluxo era menor ou redistribui energia presa em algum local para o restante do corpo através do desbloqueio.
A percepção mais comum para a maioria dos indivíduos que recebem o Reiki é a sensação de relaxamento ou sono. Entretanto, alguns pacientes dizem nada sentir, outros contam sentir muito pouca ou nenhuma alteração.
OS CINCOS PRECEITOS DO REIKI..
O que é considerado como princípios do Reiki, na verdade para os japoneses e antigos praticantes do Reiki é um Kotodama, ou conjunto de preceitos que devem ser repetidos pela manhã e pela noite por possuir uma alma e por isso possuir energias curativas. São eles:
- Só por hoje:
1- Não se preocupe
2- Não se aborreça
3- Honre pais e mestres
4- Trabalhe honestamente
5- Seja gentil com todos os seres
Para Usui Sensei, estes ensinamentos deveriam ser tratados como mantras e por isso sempre recitados para que se possa alcançar paz e iluminação.
QUER CONHECER + O REIKI??
AGUARDEM..
EM BREVE NA NOSSA CASA ESTAREMOS FORMANDO A II TURMA DE MESTRES REIKIANOS.
AGUARDEM..
EM BREVE NA NOSSA CASA ESTAREMOS FORMANDO A II TURMA DE MESTRES REIKIANOS.
*Fonte: Wikipédia
MENSAGEM
Agora mais do que nunca eu compreendo a palavra do Cristo: "BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO".
Sim, verdadeiramente felizes são os que não enxergam tristezas, os que não veem motivos para desanimar, os que não prejudicam a ninguém com o seu julgamento. Esses são felizes.
Nós outros, que queremos seguir outras trilhas: a da justiça com as próprias mãos, a do julgamento segundo nossa própria bi
Sim, verdadeiramente felizes são os que não enxergam tristezas, os que não veem motivos para desanimar, os que não prejudicam a ninguém com o seu julgamento. Esses são felizes.
Nós outros, que queremos seguir outras trilhas: a da justiça com as próprias mãos, a do julgamento segundo nossa própria bi
tola da vida, a justiça segundo "nossas" verdades.
Nós nos deparamos com o reflexo de tudo isso num grande espelho onde se refletem nossas ansiedades injustificadas, que reduzem a vitalidade do corpo e aprisiona o espírito.
A vida após a morte não deveria ser espetáculo de surpresas para quem trabalhou anos a fio na mediunidade. Servindo de ponte entre espíritos e homens, passamos grande parte fazendo e pouco tempo pensando, aproveitando os ensinamentos, conversando com aqueles que estão ao nosso lado em silêncio, mas são muitas vezes detentores de muitas verdades, não as "nossas" verdades, mas ensinamentos que devem de ser compartilhados.
Até hoje não me pediram a palavra. Respeitei o não pedido. Mas agora o que fazem, deixem me alerta-los: CONVERSEM MAIS ENTRE VOCÊS, ESPÍRITAS E CRISTÃOS. VIVAM MAIS EM ALEGRIA DE CONFRATERNIZAÇÃO E NÃO EM DISPUTA DE QUEM É MAIOR OU MELHOR. Aos olhos de Deus somos filhos e iguais. Fazem-nos constantemente vingadores de uma causa que não é a mais justa: nosso amor próprio e ferido. Temos que ser tão superiores de modo a que o nosso amor amorteça as pedradas, e retornemos ao ofensor AMANDO.
É necessário aprender na escola da vida, sabendo humildemente absorver problemas, transformando-os em exemplos edificantes de resgate de dívidas.
Meus filhos, que eu poderia dizer-lhes mais do que se amem e se compreendam, para que a par de toda a cultura espiritualista de que são detentores, não lhe sejam cobrados minutos de atenção e gentileza ao amigo ou à criança que sofre.
Deus seja louvado! Que adianta trabalhar vinte anos se em um minuto nos negarmos a calar e escutar com carinho e paciência aqueles que nos procuram, por certo com carência, por necessidade de amor?
Abraço do sempre amigo
Zélio de Moraes
(Esta mensagem foi psicografada na Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade).
Nós nos deparamos com o reflexo de tudo isso num grande espelho onde se refletem nossas ansiedades injustificadas, que reduzem a vitalidade do corpo e aprisiona o espírito.
A vida após a morte não deveria ser espetáculo de surpresas para quem trabalhou anos a fio na mediunidade. Servindo de ponte entre espíritos e homens, passamos grande parte fazendo e pouco tempo pensando, aproveitando os ensinamentos, conversando com aqueles que estão ao nosso lado em silêncio, mas são muitas vezes detentores de muitas verdades, não as "nossas" verdades, mas ensinamentos que devem de ser compartilhados.
Até hoje não me pediram a palavra. Respeitei o não pedido. Mas agora o que fazem, deixem me alerta-los: CONVERSEM MAIS ENTRE VOCÊS, ESPÍRITAS E CRISTÃOS. VIVAM MAIS EM ALEGRIA DE CONFRATERNIZAÇÃO E NÃO EM DISPUTA DE QUEM É MAIOR OU MELHOR. Aos olhos de Deus somos filhos e iguais. Fazem-nos constantemente vingadores de uma causa que não é a mais justa: nosso amor próprio e ferido. Temos que ser tão superiores de modo a que o nosso amor amorteça as pedradas, e retornemos ao ofensor AMANDO.
É necessário aprender na escola da vida, sabendo humildemente absorver problemas, transformando-os em exemplos edificantes de resgate de dívidas.
Meus filhos, que eu poderia dizer-lhes mais do que se amem e se compreendam, para que a par de toda a cultura espiritualista de que são detentores, não lhe sejam cobrados minutos de atenção e gentileza ao amigo ou à criança que sofre.
Deus seja louvado! Que adianta trabalhar vinte anos se em um minuto nos negarmos a calar e escutar com carinho e paciência aqueles que nos procuram, por certo com carência, por necessidade de amor?
Abraço do sempre amigo
Zélio de Moraes
(Esta mensagem foi psicografada na Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade).
MENSAGEM DE AMOR
"Aproveite este dia e ame com todas as forças do seu coração, sem restrições, sem ver defeitos ou tristezas.
Conjugar o verbo amar e escrever uma história feliz.
Não espere que a melhoria, a prosperidade e o bem-estar caiam do céu milagrosamente, sem fazer força.
Tudo tem o preço da conquista, da busca, da participação e do esforço."
Fonte: Momento Espírita, Vol. 4, p. 38.
Conjugar o verbo amar e escrever uma história feliz.
Não espere que a melhoria, a prosperidade e o bem-estar caiam do céu milagrosamente, sem fazer força.
Tudo tem o preço da conquista, da busca, da participação e do esforço."
Fonte: Momento Espírita, Vol. 4, p. 38.
domingo, 12 de agosto de 2012
FELIZ DIA DOS PAIS!!
Um feliz dia dos pais à todos os papais de nossas cabeça, a todos os nossos Zeladores, Ogãns e nossos Padrinhos!!
Muito axé!!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Vai acender uma vela? Antes Leia isso..
• Manter
dentro e fora do Centro, isto é, na sua vida religiosa ou particular, conduta
irrepreensível, de modo a não ser alvo de críticas, pois qualquer deslize neste
sentido irá refletir no Templo e mesmo na Umbanda de forma
geral.
• Procurar
instruir-se nos assuntos espirituais elevados, lendo os livros indicados pela
Direção do Templo, bem como assistindo palestras e participando dos
estudos.
• Conserve
sua saúde psíquica, vigiando constantemente o aspecto moral.
• Não
alimente vibrações negativas de ódio, rancor, inveja, ciúme,
etc.
• Não
fale mal de ninguém, pois não é juiz, e via de regra, não se pode chegar às
causas pelo aspecto grosseiro dos efeitos.
• Não
julgue que o seu guia ou protetor é o mais forte, o mais sabido, muito mais
"tudo" do que o de seu irmão, aparelho também.
• Não
viva querendo impor seus dons mediúnicos, comentando, insistentemente, os feitos
do seu guia ou protetor. Tudo isso pode ser bem problemático e não se esqueça de
que você pode ser testado por outrem e toda a sua conversa vaidosa ruir
fragorosamente.
• Dê
paz ao seu protetor, no astral, deixando de falar tanto no seu nome. Assim você
está se fanatizando e aborrecendo a Entidade, pois, fique sabendo, ele, o
Protetor, se tiver mesmo "ordens e direito de trabalho" sobre você, tem ordens
amplas e pode discipliná-lo, cassando-lhe as ligações mediúnicas; e mesmo
infringindo-lhe castigos materiais, orgânicos, financeiros e
etc.
• Quando
for para ao rito, não vá aborrecido e quando lá chegar, não procure conversas
fúteis. Recolha-se a seus pensamentos de fé, de paz e, sobretudo, de caridade
pura, para com o próximo.
• Lembre-se
sempre de que sendo você um médium considerado pronto ou desenvolvido, é de sua
conveniência tomar banhos propícios determinado por sua entidade. Se for médium
em desenvolvimento, procure saber quais os banhos e defumadores mais indicados,
o que será dado pela Direção do Templo.
• Não
use "guias"(colares) de qualquer natureza sem ordem comprovada de sua entidade
protetora responsável direta e testada no Templo, ou então, somente por
indicação do médium chefe, se for pessoa reconhecidamente
capacitada.
• Não
se preocupe em saber o nome do seu protetor (tentar adivinhar) antes que ele
julgue necessário. É muito importante para você, não tentar reproduzir, de
maneira alguma quaisquer gestos ou pontos riscados.
• Não
mantenha convivência com pessoas más, invejosas, maldizentes, etc. Isso é
importante para o equilíbrio de sua aura, dos seus próprios pensamentos. Tolerar
a ignorância não é partilhar dela.
• Acostume-se
a fazer todo o bem que puder, sem visar recompensa ou
agradecimentos.
• Tenha
ânimo forte, através de qualquer prova ou sofrimento, confie e
espere.
• Faça
“recolhimentos” diários, a fim de meditar sobre suas ações, pelo menos por 30
minutos.
•
Lembre-se de que todos nós erramos, pois o erro é da condição humana e, portanto
ligado à dor, a sofrimentos vários e conseqüentemente, às lições com suas
experiências... Sem dor, sofrimentos, lições, experiência, não há carma, não há
humanização nem polimento íntimo. O importante é que não erre mais, ou melhor,
que não caia nos mesmos erros. Passe uma esponja no passado, erga a cabeça e
procure a senda da reabilitação: para isso, "mate" a sua vaidade e não se
importe, de maneira alguma, com o que os outros disserem ou pensarem a seu
respeito. Faça tudo para ser tolerante, compreensivo, humilde, pois assim só
poderão dizer boas coisas de você.
• Zele
por sua saúde física com uma alimentação racional e
equilibrada.
• Não
abuse de carnes vermelhas, fumo ou quaisquer excitantes.
• No
dia de rito, regule a sua alimentação e faça tudo para se encaminhar aos
trabalhos espirituais, LIMPO DE CORPO E ESPÍRITO.
• De
véspera e após a sessão, não tenha contato sexual.
• Tenha
sempre em mente que, para qualquer pessoa, especialmente o médium, os bons
espíritos somente assistem com precisão, se verificarem uma boa dose de
HUMILDADE ou simplicidade NO CORAÇÃO (e não só nas palavras)
• A
VAIDADE, O ORGULHO E O EGOÍSMO CAVAM O TÚMULO DO MÉDIUM.
• Aprenda
lentamente a orar confiando em JESUS, o regente do planeta Terra. Cumpra as
ordens ou conselhos de seu protetor. Ele é seu grande e talvez único amigo de
fato e quer a sua felicidade.
• Seja
pontual e não faltar aos ritos que tiver em seu terreiro.
• Mantenha
um bom relacionamento com seus irmãos de fé evitando fofocas, dissabores e
conversas improdutivas e invejosas.
Material
retirado do livro Lições Básicas de Umbanda (Rivas Neto)
domingo, 8 de julho de 2012
O QUE É A MESA BRANCA?
Mesa Branca é a prática da mediunidade espiritualista com base nos ensinamentos de Jesus e desenvolvida a partir das orientações de um ou mais guias espirituais (espíritos ou entidades que cuidam dos trabalhos da casa). Apesar de estar presente em alguns cultos religiosos sob o nome de “Umbanda de Mesa” e “Sessão Astral”, a Mesa Branca é praticada de forma independente e normalmente não está ligada diretamente a qualquer religião.
A “mesa” em si é um objeto indispensável nas sessões uma vez que serve de apoio e contato material para os trabalhos de um modo em geral. É, em volta da “mesa”, que os médiuns se reúnem para uma sessão; é a partir dela que é realizado um estudo, uma preleção, uma consulta ou uma comunicação mediúnica; é através dela, ainda, que os médiuns realizam seus trabalhos e é sobre ela que são colocadas as oferendas; é, enfim, por meio de uma mesa, que se faz o desenvolvimento e a aplicação da mediunidade espiritualista dentre os seus adeptos.
A prática de reuniões frívolas e trabalhos malfazejos que alguns realizaram no passado através do mediunismo de mesa, foi um dos motivos pelo qual se adotou largamente “a cor branca” para diferenciar e demonstrar a boa natureza das sessões promovidas pela casa. A cor branca, segundo a cromoterapia, indica claridade, pureza e iluminação; representa a inocência, a verdade e a integridade do mundo; simboliza o caminho e o esforço em direção à perfeição. É indicada para cura em geral, purificação e abertura à luz. Daí segue o motivo do nome: “mesa branca”.
MESA BRANCA E ESPIRITISMO
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso talvez seja motivado pela semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo a comunicação mediúnica com os espíritos e a crença na reencarnação. O Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica codificada em 1857 por Allan Kardec.
A Mesa Branca, por sua vez, é uma doutrina essencialmente religiosa, desenvolvida a partir das práticas mediúnicas do chamado moderno espiritualismo, não tem regras como no Espiritismo, as quais não permitem que seus adeptos estudem ou apliquem procedimentos que não constam em sua codificação. A Mesa Branca é uma prática livre que adota ensinos e procedimentos de outros seguimentos religiosos segundo as orientações dos seus guias. A Mesa Branca é o produto aprimorado daquilo que se conhecia por mediunismo de mesa, cuja raízes surgiram muito antes de Kardec, que até então era conhecida por “telegrafia espiritual”, e depois, por “mesa girante” ou “mesa falante”, foi a responsável por chamar a atenção de Kardec e outros pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.
O QUE A MESA BRANCA ACEITA E O ESPIRITISMO NÃO
Algumas diferenças básicas entre um e outro:
1º LIVRE PENSAMENTO e MEDIUNIDADE ABERTA. Em termos de ensino filosófico e prática mediúnica, a Mesa Branca aceita tudo o que os seus guias revelam nas sessões e as mantém como verdades e úteis a instrução de seus adeptos até que se prove o contrário pela experiência prática. O Espiritismo não, uma vez que está preso unicamente aos assuntos de sua codificação, regras estas bem definidas e das quais não se pode afastar.
2º ENERGIA dos ELEMENTOS. A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com as energias vibratórias dos quatro elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). O Espiritismo não.
3º ENERGIA dos NÚMEROS e das CORES: A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com a vibração dos números (numerologia) e das cores (cromoterapia) . O Espiritismo não.
4º ENERGIA das OFERENDAS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelas oferendas. O Espiritismo não.
5º INFLUÊNCIA dos ASTROS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelos Astros (Astrologia) . O Espiritismo não.
6º IMAGENS, VELAS, CRISTAIS e INCENSOS. A Mesa Branca crê e trabalha com a influência das imagens, com a força vibratória produzida pelas velas, com o poder dos cristais e com a harmonização ambiente produzida pelos incensos. O Espiritismo não.
Este texto foi enviado por Ju-mensageira
(Autor Desconhecido)
Texto postado por Alex de Oxossi no grupo Povo de Aruanda
A “mesa” em si é um objeto indispensável nas sessões uma vez que serve de apoio e contato material para os trabalhos de um modo em geral. É, em volta da “mesa”, que os médiuns se reúnem para uma sessão; é a partir dela que é realizado um estudo, uma preleção, uma consulta ou uma comunicação mediúnica; é através dela, ainda, que os médiuns realizam seus trabalhos e é sobre ela que são colocadas as oferendas; é, enfim, por meio de uma mesa, que se faz o desenvolvimento e a aplicação da mediunidade espiritualista dentre os seus adeptos.
A prática de reuniões frívolas e trabalhos malfazejos que alguns realizaram no passado através do mediunismo de mesa, foi um dos motivos pelo qual se adotou largamente “a cor branca” para diferenciar e demonstrar a boa natureza das sessões promovidas pela casa. A cor branca, segundo a cromoterapia, indica claridade, pureza e iluminação; representa a inocência, a verdade e a integridade do mundo; simboliza o caminho e o esforço em direção à perfeição. É indicada para cura em geral, purificação e abertura à luz. Daí segue o motivo do nome: “mesa branca”.
MESA BRANCA E ESPIRITISMO
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso talvez seja motivado pela semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo a comunicação mediúnica com os espíritos e a crença na reencarnação. O Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica codificada em 1857 por Allan Kardec.
A Mesa Branca, por sua vez, é uma doutrina essencialmente religiosa, desenvolvida a partir das práticas mediúnicas do chamado moderno espiritualismo, não tem regras como no Espiritismo, as quais não permitem que seus adeptos estudem ou apliquem procedimentos que não constam em sua codificação. A Mesa Branca é uma prática livre que adota ensinos e procedimentos de outros seguimentos religiosos segundo as orientações dos seus guias. A Mesa Branca é o produto aprimorado daquilo que se conhecia por mediunismo de mesa, cuja raízes surgiram muito antes de Kardec, que até então era conhecida por “telegrafia espiritual”, e depois, por “mesa girante” ou “mesa falante”, foi a responsável por chamar a atenção de Kardec e outros pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.
O QUE A MESA BRANCA ACEITA E O ESPIRITISMO NÃO
Algumas diferenças básicas entre um e outro:
1º LIVRE PENSAMENTO e MEDIUNIDADE ABERTA. Em termos de ensino filosófico e prática mediúnica, a Mesa Branca aceita tudo o que os seus guias revelam nas sessões e as mantém como verdades e úteis a instrução de seus adeptos até que se prove o contrário pela experiência prática. O Espiritismo não, uma vez que está preso unicamente aos assuntos de sua codificação, regras estas bem definidas e das quais não se pode afastar.
2º ENERGIA dos ELEMENTOS. A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com as energias vibratórias dos quatro elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). O Espiritismo não.
3º ENERGIA dos NÚMEROS e das CORES: A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com a vibração dos números (numerologia) e das cores (cromoterapia) . O Espiritismo não.
4º ENERGIA das OFERENDAS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelas oferendas. O Espiritismo não.
5º INFLUÊNCIA dos ASTROS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelos Astros (Astrologia) . O Espiritismo não.
6º IMAGENS, VELAS, CRISTAIS e INCENSOS. A Mesa Branca crê e trabalha com a influência das imagens, com a força vibratória produzida pelas velas, com o poder dos cristais e com a harmonização ambiente produzida pelos incensos. O Espiritismo não.
Este texto foi enviado por Ju-mensageira
(Autor Desconhecido)
Texto postado por Alex de Oxossi no grupo Povo de Aruanda
domingo, 24 de junho de 2012
Oração a São João Batista
São João Batista, voz que clama no deserto:
“Endireitai os caminhos do Senhor... fazei penitência, porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias”,
Ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras:
“Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira o pecado do mundo”.
São João, pregador da penitência, rogai por nós.
São João, precursor do Messias, rogai por nós.
São João, alegria do povo, rogai por nós.
LENDA DE XANGÔ — Orixá dos Raios e Trovões !!!
Odùdùa, um guerreiro que vinha de uma cidade do Leste, invadiu com seu exército a capital do povo chamado Ifé. Esta cidade depois se chamou Ifé, quando Odùdùa se tornou seu governante.Odùdùa tinha um filho chamado Acambi e Acambi teve sete filhos e seus filhos ou netos foram reis de cidades importantes. A primeira filha deu-lhe um neto que governou Egbá, a segunda foi mãe do Alaketo, o rei de Keto, o terceiro filho foi coroado rei da cidade de Benim, o quarto foi Orungã, que veio a ser rei de Ilê Ifé, o quinto filho foi soberano de Xabes, o sexto, rei de Popôs, e o sétimo foi Oraniã, que foi rei de Oyó.
Esses príncipes eram vassalos do rei de Ilê Ifé, que então se transformou no centro de um grande império, cujo nome era Oyó. Odùdùa era o grande rei de Oyó. Ele unificou as mais importantes cidades daquela região, mais tarde conhecida como sendo a terra dos yorubás. Em cada cidade ele pôs no trono um parente seu.
Ele foi o grande soberano dos reinos yorubás. Ele foi chamado o primeiro Alafim, o rei de Oyó. Quando Odùdùa morreu, os príncipes fizeram a partilha dos bens do rei entre si e Acambi ficou como regente do império até sua morte, nunca tendo sido, contudo, coroado rei do império. Nunca lhe foi atribuído o título de Alafim.
Com a morte de Acambi, foi feito rei Oraniã, o mais jovem dos príncipes do império, que tinha se tornado um homem rico e poderoso. A ancestral Ilé Ifé era a capital dessa vasta região conhecida como Oyó. O Alafim Oraniã foi um grande conquistador e solidificou o poderio de Oyó.
Um dia Oraniã levou seus exércitos para combater o povo que habitava uma região a leste de seu império. Era uma guerra muito difícil, mas, antes de ganhar a guerra, o oráculo o aconselhou a estacionar com os seus homens, pois ali ele haveria de muito prosperar. Assim foi feito e aquele acampamento a leste de Ilé Ifé tornou-se uma cidade poderosa.
Essa próspera povoação foi chamada cidade de Oyó e veio a ser a grande capital do império fundado por Odùdùa. Com a morte de Oraniã, seu filho Ajacá foi coroado terceiro Alafim de Oyó. Ajacá, que tinha o apelido de Dadá por causa de seu cabelo encaracolado, era um homem pacato e sensível, com pouca habilidade e nenhum tino para governar.
Dadá-Ajacá tinha um irmão que fora criado na terra dos nupes, um povo vizinho dos yorubás, filho de Oraniã com a princesa Iamassê, embora haja quem diga que a mãe dele foi Torossi, filha de Elempê, o rei dos nupes, também chamados tapas. Esse filho de Oraniã era Xangô, grande guerreiro, que fundara uma pequena cidade chamada Cossô, nas cercanias da capital Oyó.
Xangô, que era o rei de Cossô, uma cidade tributária de Oyó, um dia destronou o irmão Ajacá-Dadá, e o exilou como rei de uma pequena cidade, onde usava uma pequena coroa de búzios, chamada coroa de Baiani. Xangô foi assim coroado o quarto Alafim de Oyó, governando o império de Odùdùa e Oraniã por sete anos.
Quando Xangô morreu, e dizem que foi obrigado a se enforcar num momento de crise de seu império, seus ministros procuraram seu corpo e não encontraram. Compreenderam então que ele tinha entrado para o Orum e instituíram seu culto. Xangô havia se transformado em Orixá.
DIA 24/06 - DIA DE XANGÔ (XANGÔ Alafim)
Divindade do fogo e do trovão e da justiça. Rei de Oyó. Tem grande importância nos segmentos do candomblé com origem em terras Yorubá, importância esta representada pelo seu instrumento sagrado chamado Xére - que é tratado e visto com grande respeito por qualquer aborixá (adorador de orixá).
XANGÔ é um Orixá temido e respeitado, é viril e violento, porém justiceiro, e muito vaidoso. Xangô era muito atrevido e violento, porém, grande justiceiro, sempre castigando os ladrões e malfeitores. Por este motivo diz-se que quem teve morte por raio, ou sua casa, ou negócio queimado pelo fogo, foi vítima da ira ou cólera de Xangô.
Seu símbolo principal é a machada de dois gumes ou dupla (Oxê). Tudo que se refere a estudos, as demandas judiciais, ao direito, contratos, documentos trancados, pertencem a Xangô, Rei de Oyó, marido de Oyá, Oxum e Oba. Sua saudação é Caô Cabiecilê!
Os filhos de Xangô são extremamente enérgicos, autoritários, gostam de exercer influência nas pessoas e dominar a todos, são líderes por natureza, justos honestos e equilibrados, porém quando contrariados, ficam possuídos de ira violenta e incontrolável. Os filhos de Xangô são tidos como grandes conquistadores, são fortemente atraídos pelo sexo oposto e a conquista sexual assume papel importante em sua vida.
XANGÔ é um Orixá temido e respeitado, é viril e violento, porém justiceiro, e muito vaidoso. Xangô era muito atrevido e violento, porém, grande justiceiro, sempre castigando os ladrões e malfeitores. Por este motivo diz-se que quem teve morte por raio, ou sua casa, ou negócio queimado pelo fogo, foi vítima da ira ou cólera de Xangô.
Seu símbolo principal é a machada de dois gumes ou dupla (Oxê). Tudo que se refere a estudos, as demandas judiciais, ao direito, contratos, documentos trancados, pertencem a Xangô, Rei de Oyó, marido de Oyá, Oxum e Oba. Sua saudação é Caô Cabiecilê!
Os filhos de Xangô são extremamente enérgicos, autoritários, gostam de exercer influência nas pessoas e dominar a todos, são líderes por natureza, justos honestos e equilibrados, porém quando contrariados, ficam possuídos de ira violenta e incontrolável. Os filhos de Xangô são tidos como grandes conquistadores, são fortemente atraídos pelo sexo oposto e a conquista sexual assume papel importante em sua vida.
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